sexta-feira, 21 de maio de 2010

HOW DO WE KEEP THE MOMENTUM GOING ON LITERACY?

The topic of this week’s meeting was inspired by my viewing of a draft of the PowerPoint presentation which Chico Schlabitz ( Brazil) will deliver at the RI Convention (Tuesday, 22 June, from 15:45-17:15), in the Palais des Congres, Quebec, Canada.
Chico’s presentation shows the impressive contributions to literacy made by Rotarians in Brazil …and then he raises the question, for Brazil’s Rotarians (and the rest of us) How do we keep the momentum going?

My impression is that in Brazil the answer to the question could be that zone coordinators Chico, Paulo Eduardo and Mauro will continue to run a multi-zone literacy resource group almost as if the RI Literacy Resource Group were to continue to exist. The three of them, I am guessing and hoping, will continue to do what they have been doing …making districts and clubs aware of literacy project opportunities and standards of excellence, constantly urging clubs to get involved and constantly praising those which do, and making District Literacy Awards at the end of 2011, 2012, etc.
I believe that will work in Brazil because Chico and Paulo Eduardo have put the infrastructure in place and because they seem to have a very supportive RI director in Antonio Hallage.
What about the rest of us? Are there any other possibilities of creating a zone or multi-zone version of the RI Literacy Resource group in the Latin American Area? North American Area? Europe? Africa? Asia? The South Pacific?
Even if you realize that your zone doesn’t have the capacity for such an effort in the absence of strong support from the RI president, what about your home district? Could you, should you, work to make your district’s literacy committee the agency which continues the work started by the RILRG? That option appeals to me so much that I agreed to be the district literacy chair in my district next year. What about you?
No response to me is required on your part. But if you envision a possibility in your area, zone or district remember the wise counsel of our leader, John Kenny.
Richard Hattwick
(RI World Literacy Coordinator)
May 2010
PHOTOS: Literacy icone 1; Chico Schlabitz and Antonio Hallage (Brazil); Literacy icon 2 and 3; John Kenny visits with a gift of life, patients who received cardiac surgery through a multi - district  project, in Hungary.

ATÉ OS CORDEIROS SE TORNAREM LOBOS

Este era o lema de Robin Hood, segundo o argumento do excelente filme de Ridley Scott.
Mas é também a forma como muitos de nós vemos a saúde pública ou o transformar do social no sentido da justiça e da democracia avançada. A insistência qualificada é a palavra de ordem.
Talvez a pensar assim o Rotary Club Parede - Carcavelos organizou este mês uma conferência com o Professor Doutor Constantino Sakkelarides, antigo Director Geral para a Epidemiologia da Organização Mundial de Saúde e actual director da Escola Nacional de Saúde Pública, sob o tema Da Pandemia de Gripe à Crise Financeira Económica.
Qualquer dos postulados deste título tem sido muito mal tratado pela comunicação social internacional. Que pena não ter podido assistir!
Henrique Pinto
Maio 2010
Fotos de Vitor Cordeiro: Aranda da Silva, ex Director do Infarmed, Aida Sousa Dias, presidente do Clube e Constantino Sakellarides; Constantino Sakellarides; Russel Crow no filme Robin Hood de Scott.

A PEÇA DO TEATRO DA VIDA

O ator de cinema e teatro italiano Vittorio Gassman (1922-2000), dizia que tudo seria melhor se a vida fosse como uma peça de teatro.
Assim, poderíamos ensaiar os atos da vida real, antes de praticá-los. Somente depois de testados, experimentados, repetidos várias vezes, agiríamos para valer. Enquanto as coisas não dessem certo, seriam apenas ensaios.
Seria muito bom se assim fosse. Ninguém cometeria erros, e tudo andaria às mil maravilhas.
Na verdade a vida pode ser comparada a uma enorme produção teatral onde não são permitidos ensaios, onde tudo é improviso. Uma produção teatral com enorme complexidade. O roteiro trata de uma quantidade colossal de experiências, que vão das mais engraçadas e leves àquelas dramáticas ou que criam suspense. A produção é igualmente impressionante. Há os atores, o pessoal que trabalha nos bastidores, os críticos e até o público.
Mas, como a peça do teatro da vida é feita de improviso, eles nunca estão em sintonia. Os atores interferem nas tarefas do pessoal dos bastidores, os músicos dão palpites nos trabalhos dos iluminadores e assim por diante. Os participantes simplesmente não estão concentrados em seu papel e não se entendem.
E a peça do teatro da vida vai se desenrolando.
Se quisermos, entretanto, melhorá-la, torná-la harmoniosa e bela, três passos são necessários:
Como primeiro passo, concentre-se em descobrir qual é o seu papel. Pense no que está você fazendo, aqui e agora. Reflita como está você se sentindo nessa grande peça de teatro coletiva, que é a vida.
Redirecione sua energia e atenção para o desempenho desse papel. Reconhecido o seu papel, você poderá curti-lo com alegria e identificar com mais clarividência seus próprios objetivos.
O segundo passo é aprender as suas falas, isto é, estudar o seu papel, adquirir conhecimentos, aprender. Assim fazendo, você adquirirá a consciência de que é parte de um todo. Deixe que seus talentos naturais e suas capacidades adquiridas se manifestem e evoluam até a perfeição.
O terceiro passo é confiar e respeitar as escolhas dos outros. Sabendo-se que os demais participantes também fizeram seus cursos e adquiriram conhecimentos, você deve atuar em harmonia e sintonia com todos, pois eles também foram instruídos para desempenhar seus papéis de forma harmoniosa. Isso seria muito mais fácil se cada um parasse de se preocupar com o que os outros estão fazendo.
Ao dar esses três passos você entrará num estado de consciência em que o campo energético do coração estará completamente aberto. Você então pode estabelecer contato com a divindade interior, o mestre que há dentro de cada um. É um estado de consciência em que o personagem deixa de ser o “eu”, superando a separação e a limitação, procurando apenas servir ao coletivo, voltado para o que é melhor para o todo e não apenas para o indivíduo.
À medida que você entender como criar em seus pensamentos essa nova realidade, mesmo que você nem sempre consiga mudar as circunstâncias, sempre poderá mudar de atitude e, desse modo, criar novas experiências de vida.
Em resumo, são as seguintes as lições para uma vida harmoniosa:
• Discernimento – descobrir qual é o seu papel; saber qual é o próximo passo; descobrir qual é a dança que você quer dançar.
• Singularidade individual – aprender as suas falas; aprender os passos; desenvolver os seus talentos.
• Aceitação da diversidade do ser – confiar e respeitar as escolhas dos outros; aprender a dançar sem pisar nos pés dos outros; saber dividir o espaço, pois você pode querer dançar uma valsa e o outro pode querer dançar um samba.
Alberto Bittencourt
(Brasil)
Maio 2010
Com a colaboração de Cidinha
FOTOS: Cristo Redentor e Pão de Açucar, ícones da cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro; o saudoso actor italiano Vitório Gassman; Alberto Bittencourt, esposa Helena, Governadora Aldanira Barreto, Luís Sérgio e Teresa Alencar, na Sala dos Governadores do seu distrito; meus queridos amigos Aluísio de Freitas e Leida, «classmates» em Anaheim, USA; Luís Oliveira (vimo-nos há pouco, nadando no Amazonas), Henrique Pinto e Andreta (meu discipulo como «trainning Leader» no Brasil, visitei-o com o Amorim e a Eliane em Chapecó , a sua cidade do Estado de Santa Catarina, aqui colaborando como voluntários no Banco Alimentar de Orange County, USA; meus amigos Mário Antonino e Celma, saudades desde Belém; boiada do Pantanal, numa excursão até lá conheci o Bittencourt; Pão de Açucar, Rio de Janeiro, Brasil; André Guimarães, Edson Lima e Alberto Bittencourt; Caimão do Pantanal, Brasil.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

DEMÓNIOS À SOLTA




A persistência é uma qualidade rara sobretudo em dirigentes políticos. A obstinação pode mais não significar que teimosia cega.
Clarividência pode induzir sinceridade ou não. Vamo-nos habituando a uma certa intoxicação visionária tanto situacionista como do contra.
Fui apologista convicto da regionalização exactamente pelas mesmas razões que hoje me oponho frontalmente a tal ideia.
Não acredito sequer na sua exequibilidade com este sistema eleitoral. Vejo um putativo parlamentar de quem muito parece «esperar-se» referindo-se à reforma do Parlamento – que nada diz aos Portugueses –, sem que este sistema lhe mereça uma vírgula no discurso.
Há milhares de portugueses que não conseguem andar de avião e sofrem com isso como pessoas e como profissionais. Nunca ouvi nenhum «ilustre» a perorar sobre isso. Defendo com intransigência, contratos e acordos são para cumprir. Todavia, se a um TGV que nos ligue à Europa poderia dizer «sim, se pudermos», sempre achei patéticas outras opções e um delírio mais pontes em Lisboa, por exemplo.
Sei bem as barbaridades que alguns portugueses disseram sobre um Centro Cultural de Belém ou uma Expo 98, ideias belíssimas. Mas também sei das aleivosias apologéticas de muitos ilustres sobre os estádios de futebol do Euro 04.
O último jornal Expresso Economia referia-se à Mota - Engil, empresa liderada por um antigo ministro das obras públicas, como tendo caído do topo à cauda das empresas cotáveis em bolsa, por via do «anunciado abrandamento nas obras públicas» e só por si isto incomoda-me, seja mentira ou verdade.
Há demónios difíceis de exorcizar. Baltazar Garzon está a ser, infelizmente, vítima dessa herança espúrea. Nenhuma ciência jurídica pode abstrair-se do conhecimento do social. Talvez se possa ser claro juridicamente com a Inquisição como em relação aos genocídios presentes, à violência sob todos os ângulos, da pedofilia ao narcotráfico, do terrorismo à mutilação das mulheres impúberes em África.
Mas desenterrar os demónios que se entendeu esquecer em nome da tolerância quando o seu espírito voga ainda no éter, quais cinzas da economia islandesa espalhando-se sobre a Europa, pode ser um impulso tão infeliz quanto o da saga «justiceira» que lhe corta a ousadia.
Haja em conta que as pessoas corajosas e persistentes como Baltazar Garzon são segurança e exemplo para muitos descrentes dum certo politicamente correcto (travestido de tolerância cívica), que entorpece.
Haja em conta a profundidade, harmonia culta e acutilante bom senso dum intelectual tão brilhante quanto Bento XVI, mesmo se ainda portador do estigma de intolerante ao orientar a Congregação da Fé enquanto cardeal.
Henrique Pinto
Maio 2010
FOTOS: O juíz Baltazar Garzon; mulheres de Angola; Hareford Cathedral Chaired Library; Papa Bento XVI; Centro Cultural de Belém (foto Sapo).

terça-feira, 18 de maio de 2010

INFINITOS

O fotógrafo João Ricardo inaugura esta semana a sua Exposição de fotografia «Infinitos» no Bar Estrmadura em Alcobaça. A maestria do jovem autor justifica plenamente uma visita.

UMA OBRA DE INVULGAR IMPACTO

Ano após ano, o Festival Música em Leiria tem apostado numa programação que pretende alcançar algo mais do que a mera fruição musical que cada um dos concertos proporciona.
Ainda que, por si só, cada espectáculo reúna suficiente interesse para justificar a sua fruição isolada, a própria construção deste conjunto de espectáculos, o encadeamento dos concertos que constituem o Festival, comporta em si mesmo um estímulo complementar às sensações imediatas que a audição musical provoca, promovendo a reflexão, a livre associação de ideias e/ou, no limite, apenas o constatar de que a música não necessita de enquadramento particular para ser entendida.
É neste sentido que em cada edição do Festival tenho concebido uma programação que assenta fundamentalmente em critérios de qualidade, mas também norteada por ideias que, de forma mais ou menos evidente, dão expressão àquilo que num determinado instante entendo conveniente evidenciar, muitas vezes enquanto comentário subtil do momento em que vivemos.
A presente edição deita mão da ideia dos opostos, sublinha contrastes, concilia o que à partida se nos apresenta inconciliável. Questiona verdades, as nossas e as dos outros. Propõe uma leitura da música e da sua linguagem liberta do imenso peso da história, ou do peso que lhe imprimem quando se servem dela para justificar supostas verdades. Enfim, lança pistas para diferentes perspectivas de um mesmo princípio, que se pretende infinitamente criador.
Miguel Sobral Cid
(Director Artístico)
Maio 2010
FOTOS: Logotipo do Festival Música em Leiria 2010; João Eliseu, presidente da Assembleia Geral do Orfeão de Leiria Conservatório de Artes (OL CA), António Lucas, presidente da Câmara Municipal da Batalha, Henrique Pinto, presidente da direcção do OLCA, entidade promotora do Festival Música em Leiria, e Miguel Sobral Cid, director artístico na conferência de imprensa de apresentação da edição 2010, no Restaurante Tromba Rija; António Lucas e Henrique Pinto;
Risto Nieminen, director do serviço de música da Fundação Calouste Gulbenkian; David Gomes, Banco BPI, Miguel Sobral Cid, Artur Pizzarro, pianista, e Henrique Pinto,  no Teatro Municipal de Leiria aquando da edição 2009 (Fotos Sergio Claro)

domingo, 16 de maio de 2010

POR CIMA DUM NINHO DE CUCOS

1. O cinema São José em Cascais, refúgio do meu gosto jovem pela sétima arte, é hoje um edifício de negócios. Nem por isso admito em qualquer circunstância que a mudança e o tempo consumam a herança histórica individual. O Menino Selvagem de Truffaut, como o mito de Tarzan, é fantasia do passado. Quando tinha metade da idade de hoje era menos tolerante e mais paciente. Vivo cada dia com intensidade como se o amanhã não tardasse. Nunca como agora nos confrontámos com a possibilidade tão soberana do fim da Humanidade. Como Luís Amado ou Fernando Nobre sinto conseguir ser realista e optimista. Continuo a achar possível influenciar positivamente os meus semelhantes.

Compreendo que nada é estático e tudo se interpenetra. Confio ainda em que podemos ajudar a mudar o mundo para melhor. Transmito aos meus alunos e aos meus doentes o princípio da harmonia pelo respeito ao Outro. Vivo a um ritmo acelerado, pleno de emoções. Tal como exerço o meu ministério num afã de pareceres e consultas, entrego-me aos meus hobbies com apaixonado empenho. Nunca como agora tive uma necessidade tão premente de intervir civicamente a um nível do qual, deliberadamente, me tenho auto-excluído. Faço política todos os dias sem nunca me tentar a ser sorvido pelo um e pouco por cento de portugueses que integram os partidos, detentores de todos os poderes, fautores do universo luso da política e da justiça sem a menor lembrança de Montesquieu. Um mando imune ao pressuposto do dar contas aos eleitores. Ao país conhece-o apenas quando vai a votos.

2. Os últimos quinze dias foram de permanente fascínio. A Inês e o Jorge casaram, o Fábio e a Andreia visitaram Londres, o Benfica ganhou o campeonato, o Miguel foi baptizado e o presidente eleito de Rotary International Ray Klingensmith esteve em Portugal.
Envolvi-me na Campanha de Fernando Nobre no Mercado da Ribeira, almocei na Quinta de Sant'Ana, na Redinha, com o querido amigo Narciso Mota, fui interventor com outro amigo, o ministro Luís Amado, na tertúlia Café das Quintas, tive uma reunião CIP em Almancil, ouvi o Dr. Mário Soares no Centro Cultural de Belém a apresentar Por um Mundo Melhor, com Clara Ferreira Alves e Alexandre Quintanilha, esforcei-me para que fosse um êxito o belíssimo Concerto dos 64 anos do OL CA.
Um dos meus colaboradores, o Chefe I. A. Adewunmi, da Nigéria, foi premiado por Evanston pelo trabalho que coordeno. Que melhor prémio haverá? Recebi em Leiria o Dr. Fernando Nobre e corremos a Feira de Maio entre sorrisos e abraços, preparei a apresentação em Conferência de imprensa do 28º Festival Música em Leiria, trabalhei até à exaustão junto de amigos e desconhecidos para que os mecenas não faltassem, caminhei na Lagoa dos Salgados, no Paredão de Cascais e em São Pedro de Moel sem emagrecer. A leitura de Berlim Alexanderplatz, de Alfred Dödler, compensou-me de toda a dificuldade em lidar com o discurso banal e os lugares comuns. Falei com pessoas em meio mundo.

3. Vi o Cardeal Ratzinger por duas vezes em Roma mas não pude acompanhar a sua vinda até nós como Papa. «Tenha Deus feito o Homem ou haja o Homem feito Deus», como cogitava Franz Biberkopf, o herói de Dödler, Deus é uma necessidade absoluta qual seja o manto que o cubra. Não fora assim e a salvação para o homem imperfeito e inseguro estaria apenas na morte.
Quaisquer que sejam os juros que Pedro Passos Coelho venha a cobrar pela sua postura patriótica e inteligente estou certo serem bem ganhos. Deu o exemplo do que pode e deve ser a cooperação em qualquer momento difícil. Contribuiu para a compreensão do que pode e deve ser um governo minoritário. Chegará o clique, seguramente, onde também ele verá que o Homem pode equilibrar na relação política as diferentes velocidades a que o mundo cresce. Apelar a sacrifícios não é fácil mesmo com todos os pedidos de desculpa. Porém, não é assim tão mais pedregoso o caminho para se conseguir que tal inevitabilidade toque a todos e não apenas a quem menos tem condições para tal. A igualdade de direitos e deveres não admite patamares diversos., É talvez das poucas «verdades» em que estarei de acordo com o passadismo histórico igualitarista.

4. David Cameron e Nick Clegg formaram um governo a defender posições de serviço público e europeísmo como conservadores e liberais nunca aceitaram antes isolados. O todo tem mais factores do que as partes. Imprensa pressurosa e de intelecto falacioso pressagia-lhe já o fim. Como se o determinismo fosse força de lei.
Alemães e franceses acreditaram ser possível com dinheiro e tempo acomodar os rebeldes e maledicentes sulistas e apagar a memória histórica. Esse foi o grande embuste em que a Europa tropeçou. Pessoas como Mário Soares sempre falaram da Europa da Cultura e das competências. Albert Camus é na sua modéstia o grande obreiro dessa ideia fundadora. A ostracização do seu legado poderá vir a pesar nalgumas consciências. Bom seria se a reinante tecnocracia europeia disso se apercebesse a tempo. As nossas esperanças voam por cima dum ninho de dirigismo sem fôlego nem bagagem, inapto para a esperança.
Nos últimos dias tenho citado muito a pedagogia do exemplo. A grande esperança creditada a Obama assentou um tanto nessa exigência. Os mesmos números da economia podem forjar um devir de faces rosadas ou macilentas consoante as expectativas. A disciplina economia ou fdinanças como saber é apenas uma ferramenta entre muitas para lograr o sucesso. Isolada é uma perna coxa, um logro.
Henrique Pinto
Maio 2010
FOTOS: o antigo Cinema São José em Cascais onde vi centenas de filmes; a Pia Baptismal, a minha, da Igreja do Castelo de Sesimbra;  o Jorge e a Inês, o Fábio e a Andreia no baptizado do Miguel; Manuel Cordeiro, Ray Klingensmith e Mário Rebelo a jantarem no Hotel Tiara, em Lisboa; o livro Berlim Alexanderplatz de Alfred Dödler; o livro Em Luta por um Mundo Melhor, de Mário Soares; David Cameron e Nick Clegg cumprimentam-se após o acordo de governo; o Palácio do Tamariz, no Estoril e o paredão popular.