terça-feira, 5 de janeiro de 2010

DIFFERENT WAYS TOWARDS LITTERACY


Club presidents are encouraged to share the main points of the following message with all members of their Rotary clubs. Do a Rotary Minute by covering the 10 numbered headings. Or take 5 minutes to cover the headings plus the sub-headings. Or, make up your own version of this message.

All members of every Rotary club should be aware of the following nine facts about literacy service projects.
1. Literacy is one of five service project priority areas emphasized by RI President John Kenny.
a. The other four are HEALTH AND HUNGER, PUBLIC IMAGE, WATER, and YOUTH SERVICES
b. Each of these priority areas is serviced by a resource group whose members are appointed by President John
c. The RI Literacy Resource Group has 60 appointed members including 52 Rotarians appointed to serve Rotary’s 52 zones. The name of your zone’s literacy coordinator can be found at www.rotary.org/literacy.

d. The zone literacy coordinators work through their district counterparts to get information to the clubs and to find out what clubs are doing.
2. Clubs can undertake service projects in any or all of three categories:
a. BASIC LITERACY – The ability to read, write and compute;
b. FUNCTIONAL LITERACY – The knowledge and skills needed for an adult to be a successful worker, citizen, parent and human being;
c. CHARACTER LITERACY – The knowledge and skills needed by an adult to behave ethically in all aspects of life and to adopt Rotary’s service above self view of a meaningful life.
3. Literacy projects are relevant to all of Rotary’s Four Avenues of Service.

4. Vocational Service literacy projects provide youth and adults with tools for ethical behavior, meaningful employment and the Rotary vision of the meaning of work (Service Above Self; They Profit Most Who Serve the Best).
A. Four-Way Test projects are the highest priority because this is one literacy tool which is unique to Rotary. Rotarians have a social responsibility to share the test with the rest of the world.
B. Sharing the Four-Way Test begins by making children, youth and adults aware of it. That can be done by handing out individual copies of the test and placing Four-Way Test posters and banners in schools and other public places.
5. Community Service literacy projects address literacy problems in the local community in one of three ways:
a. First, helping schools and other literacy agencies do their jobs by providing financial support, in-kind gifts and personal services of Rotarians;
b. Second, helping children, youth and adults who have been unable to attend or succeed in school by organizing and supporting out-of-school remedial projects. Examples are a Concentrated Language Encounter class for slum children; a Computer - Assisted Literacy Project for dyslexic children; an Imagination Library project for children in families where the reading of books is not otherwise possible.
c. Third, promoting a local community culture of educational excellence and inclusion. Projects such as student and teacher recognitions, scholarships, contests and competitions are examples.
6. International Service literacy projects most commonly work through The Rotary Foundation.
a. For example, a 3-H grant from TRF enabled three districts in Brazil to implement a Concentrated Language Encounter project which trained 1,900 teachers who then taught about 72,600 adults and children to read and write. District 6900 in Georgia and District 7080 in Ontario, Canada were the international partners. The Brazilian districts were 4250, 4560 and 4760.
b. International projects don’t have to go through TRF. For example, the Rotary Club of Hobe Sound/Port Salerno in Florida, USA celebrated International Literacy Day, by conducting a school supply drive for school children in Haiti. The club provided supplies requested by the school master in Haiti.
7. Club Service literacy projects involve membership, public image and participation in special days or months related to literacy.
A. International Literacy Day (September 8th) is one of those special days
B. Rotary’s Literacy Month in March of each year is one of those special months.
8. The RI Literacy Resource Group encourages all clubs to earn the District Literacy Award by completing five literacy projects.
a. Any five literacy projects will do. Numerous ideas are provided by the RILRG literacy awards brochure available on-line (www.rotary.org/literacy).
b. Last year there were three Rotary districts in which every club earned the District Literacy Award – D-5000 ( Hawaii), D-6900 ( Georgia) and D-3830 (the Philippines).
c. D-5000 has done that for three straight years and is on track to do it again. So far this year every club in that district has done a dictionary Project (community service), celebrated International Literacy Day (club service) and provided 4-Way Test posters to Hawaiian schools (vocational service).
9. The RI Literacy Resource Group provides numerous on-line resources to help clubs identify and implement literacy projects. The three Basic literacy sites are:
http://www.rizones30-31.net/
www.rotary.org/projectlink
10. Every member of your club has just made an acquaintance with opportunities for service in the area of literacy projects. Perhaps your club is already involved in a significant number of literacy projects. If so, congratulations. If not, let the past few Rotary Awareness Minutes be a catalyst for you and your club to expand your involvement with literacy projects.
The Future IS in Your Hands.
Richard Hattwick
January 2010
PHOTOS:Mombasa City, in Kenia; Helsinky City, in Finland; Camen and Julio Sorjús (PDRI), Spain; Safack Alpay (Turkey) and Henrique Pinto (Lisbon International Institute); Ricardo Fabregat (Spain) and Henrique Pinto (Literacy Break Out session in Lisbon International Institute); Safack and Denise Alpay, Henrique Pinto and so many friends (District Assembly, Istanbul), Turkey

PERSPECTIVAS DIVERSAS SOBRE LITERACIA (1)


Todos os membros de todos os Clubes Rotários devem estar cientes dos seguintes nove factos sobre projectos de serviço em Literacia.
1. A Literacia é uma das cinco áreas de projectos de serviço enfatizadas pelo Presidente de RI John Kenny.
A. As outras quatro áreas são SAÚDE E FOME, IMAGEM PÚBLICA, ÁGUA e SERVIÇOS DE JUVENTUDE.
B. Cada uma destas áreas de prioridades é servida por um Grupo de Recursos cujos membros são indicados pelo Presidente John.

C. O Grupo de Recursos em Literacia de RI tem 60 membros indicados incluindo 52 Rotários indicados para servir as 52 Zonas de Rotary. O nome do seu Coordenador de Zona para a Literacia pode ser encontrado em www.rotary.org/literacy.
D. Os Coordenadores de Zona para a Literacia trabalham através dos parceiros nos seus distritos para conseguirem informação para os clubes e descobrirem o que os clubes estão fazendo.
2. Os Clubes podem empreender projectos de serviço em qualquer ou todas as seguintes três categorias.
A. Literacia Básica – A capacidade de ler, escrever e contar.
B. Literacia Funcional – O conhecimento e capacidades necessárias para um adulto ser bem sucedido como trabalhador, cidadão, pai e ser humano.
C. Literacia de Carácter – O conhecimento e as capacidades requeridas por um adulto para se comportar eticamente em todos os aspectos da vida e adoptarem o ponto de vista de Rotary para uma vida com significado no Dar de Si Antes de Pensar em Si.
3. Os Projectos de Literacia são relevantes para todas as Quatro Avenidas de Serviço.
4. Projectos de serviço de Literacia Ocupacional providenciam à juventude e adultos ferramentas para o comportamento ético, emprego significativo e a visão de Rotary do significado do trabalho («Dar de Si Antes de Pensar em Si» e «Mais Aproveita Quem Melhor Serve»).
A. Os projectos com A Prova Quádrupla têm a maior prioridade porque este é um instrumento de literacia único em Rotary. Os Rotários têm a responsabilidade social de partilhar a Prova com o resto do mundo.

B. O partilhar a Prova Quádrupla começa por fazer as crianças, juventude e adultos tomarem conhecimento dela. Isso pode ser feito ao manusearmos as nossas cópias individuais da Prova e ao colocar posters e faixas da Prova Quádrupla em escolas e outros lugares públicos.
5. Projectos de serviço de Literacia na Comunidade canalizam os problemas de Literacia na comunidade sob uma de três formas:
A. Primeiro, ajudando as escolas e outras agências de Literacia a fazerem o seu trabalho proporcionando-lhes apoio financeiro, doações em espécie e serviços pessoais de Rotários.
B. Segundo, ajudando as crianças, jovens e adultos que têm sido incapazes de assistirem às aulas ou de serem bem sucedidos na escola, organizando e apoiando projectos de apoio fora da escola.
Exemplos são a criação duma classe de CLE, Aprendizagem Concentrada da Língua para crianças de bairros pobres; projectos de Literacia Assistida por Computador para crianças disléxicas; projecto de Livraria da Imaginação para crianças de famílias onde a leitura de livros não é possível doutra forma.
C. Terceiro, promovendo uma cultura de excelência educacional e de inclusão na comunidade local.
Projectos como o reconhecimento a estudantes e professores, bolsas de estudo, concursos e competições, são exemplos disso.
6. Projectos de serviço de Trabalho em Literacia internacional através da Rotary Foundation.
A. Por exemplo, um Subsídio 3 H da Rotary Foundation capacitou três distritos no Brasil a implementarem um Projecto CLE, Aprendizagem Concentrada da Língua, formou 1 900 professores que depois ensinaram cerca de 72 600 adultos e crianças a ler e escrever. Os Distritos 6900 na Georgia, EUA, e do 7080 em Ontário, Canadá, foram os parceiros internacionais. Os Distritos Brasileiros foram os 4250, 4560 e 4760.
B. Os Projectos internacionais não têm necessariamente de passar pela Rotary Foundation. Por exemplo, o Rotary Club de Hobe Sound/Port Salerno na Flórida, EUA, celebrou o Dia Internacional da Literacia promovendo o apoio a uma viagem às crianças em idade escolar no Haiti.
O Clube providenciou os apoios pedidos pelos Mestres de Escola no Haiti.
7. Projectos de serviço de Literacia de clube envolvem quadro social, imagem pública e participação em dias ou meses especiais relacionados com Literacia:
A. O Dia Internacional de Literacia (8 de Setembro) é um desses dias especiais;

B. O Mês da Literacia em Março de cada ano é um desses meses especiais..
8. O Grupo de Recursos em Literacia de Rotary International encoraja todos os clubes a ganharem o Prémio Distrital de Literacia completando cinco projectos de Literacia.
A. Quaisquer cinco projectos de Literacia contam. Numerosas ideias foram fornecidas pela Brochura de Prémios de Literacia do RILRG disponível on line (www.rotary.org/literacy ).
B. No último ano houve três distritos Rotários nos quais todos os Clubes venceram o Prémio Distrital de Literacia – D 5000 (Havai), D 6900 (Georgia) e D 3830 (Filipinas).
C. O D 5000 conseguiu-o em três anos consecutivos e está em vias de o conseguir outra vez. Até agora, neste ano, todos os clubes desse Distrito fizeram um Projecto Dicionário (serviço comunitário), celebraram o Dia Internacional de Literacia e providenciaram posters da Prova Quádrupla a escolas do Havai (serviço vocacional).
9. O RILRG, Grupo de Recursos em Literacia de Rotary International, proporciona numerosos recursos on line para ajudar clubes a identificarem e implementarem projectos de Literacia. Os três sites principais em Literacia são:

10. Todos os membros do seu clube acabaram de conhecer oportunidades de servir na área de Projectos de Literacia. Talvez o seu Clube esteja já envolvido num número significativo de projectos de Literacia. Se assim for, parabéns. Se não, deixem que os últimos minutos de Conhecimento Rotário, sejam um catalisador para si e para o seu clube, para que expandam o vosso envolvimento em projectos de Literacia.
O Futuro está nas vossas mãos.
Richard Hattwick
Janeiro 2010
FOTOS: Cortejo ceimonial em Lopalos (Timor Leste); Carlos Alberto e António Góes Madeira, actual Governador Eleito (D. 1970); Henrique Pinto coroado por populares em Lospalos (Timor Leste); Carl-Wilhelm Stenhammer, Pedro Fernandes, Henrique Pinto e oradores muçulmano, judeu, católico e protestante, no culto ecuménico, Conferência Internacional de Coimbra; mulheres de Lospalos experimentando a casa nova, oferecida por RI (Timor Leste); casa reconstruída de Lospalos (Timor Leste), Fotos Manuel Cardona

PERSPECTIVAS DIVERSAS SOBRE LITERACIA (2)


Esta é uma mensagem de alerta de Rotary a qual podeis fazer seguir para os vossos distritos. Senti-vos à vontade para escrever a vossa própria mensagem e encaminhá-la depois para os vossos distritos. De qualquer forma, assegurai-vos de pedir aos vossos distritos para encorajarem os seus clubes a distribuírem uma MENSAGEM de PROJECTO DE SERVIÇO DE LITERACIA como parte da promoção pelos clubes do tema de RI para Janeiro – Mês da Consciencialização em Rotary.
Mesmo embora sendo este o primeiro Boletim do Novo Ano decidi repetir a mensagem do último Boletim de Dezembro de 2009.
Pode ser uma boa ideia reverem rapidamente este material para estarem seguros que tendes firmemente no espírito quais as necessidades a que é preciso dar atenção nos próximos meses.
Portanto, vamos dedicar ainda o encontro desta semana a uma revisão das quatro tarefas ou trabalhos dos Coordenadores de Zona de RILRG.

I. Tarefa Nº 1 dos Coordenadores de Zona – Descobrir o que os Clubes e Distritos estão a fazer
A. A maior parte do trabalho nesta tarefa foi completada. Muitos mas nem todos os Coordenadores de Zona têm estado a requisitar informação dos seus distritos nos últimos seis meses e muitos empreenderam um Censo dos seus próprios Distritos.
Os resultados destes esforços têm sido bastante bons para declararmos esta tarefa largamente terminada.
Há falhas, claro. Pouco sabemos sobre o que os Clubes Rotários estão a fazer nalguns países como Itália, Japão ou Coreia. Mas temos muita informação de pelo menos alguns países em todas as nossas seis áreas. Portanto, vamos gastar os nossos últimos seis meses focando as outras três tarefas.
B. Com certeza, todos os Coordenadores de Zona podem e devem continuar a procurar saber os exemplos de projectos de Literacia no terreno. Mas isto deve ser agora uma preocupação secundária.

II. Tarefa Nº 2 dos Coordenadores de Zona – Partilhar a informação recolhida com outros Clubes e Distritos
A. Partilhar o relatório que enviou para mim e para o Coordenador de Área com os Distritos na sua zona. Aqueles Clubes e Distritos devem saber o que os Rotários seus vizinhos estão a fazer.
É absolutamente possível que possa emergir um ciclo virtuoso à medida que os clubes numa determinada área comecem a comparar os seus esforços com os de outros clubes no distrito ou em distritos vizinhos.
E que tal os Governadores Eleitos? Por exemplo, seguramente que há alguns GE na Zona 26 que olharão para o relatório do seu distrito vizinho, o D. 5000 (Havai) e pensarão «Se o D. 5000 pode fazer isso, porque é que nós não podemos?»

(Nota: Todos os clubes no D. 5000 conquistaram o Prémio de Literacia do Distrito nos últimos três anos. Todos os Clubes no D. 6900 ganharam o Prémio nos últimos dois anos. E todos os Clubes no D. 3830 ganharam o Prémio de Literacia no Distrito no ano passado. Até agora, neste ano, todos os 48 clubes no D. 5000: (1) Completaram um Projecto para o Dia Internacional da Literacia; (2) Participaram num Projecto Dicionário, e (3) distribuíram Posters da Prova Quádrupla em escolas do seu território, enquanto (4) planearam ou completaram dezenas de outros projectos, que vão desde parcerias a projectos internacionais para bolsas e muito mais).
B. Os Coordenadores de Área, Coordenador Mundial Assistente Lina Aurélio e eu próprio proporcionaremos aos Coordenadores de Zona um número de resumos dos relatórios recebidos das Zonas. Esses resumos serão fornecidos num formato que vos permitirá passá-los rápida e facilmente aos vossos distritos (e aos seus clubes). O objectivo é fazer com que os líderes em Literacia nos clubes e distritos estejam cientes das possibilidades de projectos de Literacia que outros clubes já descobriram e implementaram.
C. Além disso, todos os Coordenadores de Zona se devem sentir à vontade para colectarem os seus próprios resumos de conclusões, de forma que apelem ou falem dos interesses e preocupações dos Clubes e Distritos em cada zona.
Por exemplo, ainda não temos relatórios da Finlândia. Foi-me dito que isto é porque os clubes na Finlândia não pensam que existam quaisquer necessidades em Literacia. Portanto, muitos dos relatórios enviados por mim e pelos coordenadores de área podem parecer irrelevantes aí. E isso é provavelmente por os Rotários finlandeses tomarem por Literacia o que os nossos RILRG (Grupos de Recursos para a Literacia de RI) chamam Literacia Básica.
Mas se os Rotários finlandeses pensarem a Literacia em termos mais abrangentes, encontrarão um número de projectos relevantes de Literacia (Literacia de Carácter e Literacia Funcional) que Clubes na América do Norte e na Europa promovem.
Portanto, o Coordenador de Zona Maris (Estónia, Finlândia, Letónia e Rússia Ocidental) pode encontrar esses exemplos e criar um «mailing» para os seus distritos no qual aponte essas oportunidades.

III. Tarefa Nº 3 dos Coordenadores de Zona – Encorajar os Clubes e Distritos a planearem e agirem.
A. Lembrem-se que agora temos duas AUDIÊNCIAS ou dois grupos de CLIENTES. São eles:
1. Os actuais Governadores de Distrito, Coordenadores Distritais de Literacia e Presidentes de Clubes (e/ou os seus directores para a Literacia, directores para os serviços profissionais, directores para os serviços à comunidade).
2. Os líderes de distritos e clubes para 2010-2011.
B. Para os Líderes de Distritos e Clubes 2009-2010 há duas acções básicas que os Coordenadores de Zona devem encorajar. São elas:
1. Encorajarem os clubes a promoverem o Mês da Literacia em Março.
2. Encorajarem os clubes a completarem os requisitos para o Prémio Distrital de Literacia.
C. Para os Líderes de Distritos e Clubes 2010-2011 há quatro acções básicas sobre as quais os Coordenadores de Zona devem encorajar os GOVERNADORES ELEITOS a intervir:
1. Tornar cientes do menu de possibilidades de Projectos de Literacia; tomarem conhecimento das melhores práticas de Literacia no passado (projectos distritais de Literacia e seminários distritais de Literacia em particular); e tomarem conhecimento das conquistas duma amostra representativa sobre o papel de clubes modelo em projectos de Literacia.
2. Criar uma tal consciência por parte dos Presidentes de Clube entrantes aquando dos PETS.
3. Criar tal consciência por parte dos responsáveis nos clubes, particularmente directores de projectos de serviço comunitários, nas ASSEMBLEIAS DISTRITAIS.
4. Usarem as CONFERÊNCIAS DE DISTRITO (se feitas em Maio ou Junho) para criarem consciência das oportunidades de projectos de Literacia por parte dos Rotários que assistam à Conferência.

IV. Tarefa Nº 4 dos Coordenadores de Zona – Facilitar (ensinar) sobre esforços em Literacia de Clubes e Distritos.
A. Os Coordenadores de Zona devem encorajar Acções nos Distritos e Clubes interessados em criarem consciência dos aspectos de Literacia dos temas de RI para Janeiro e Fevereiro. O Coordenador Mundial fornecerá uma curta declaração que poderá ser usada com este propósito. Os Coordenadores de Área podem ou não fazer isso também. Os Coordenadores de Zona podem querer fazer também a sua própria declaração ou fornecer ideias para a acção nos clubes.
Os dois meses e seus temas são:
1. Janeiro – Mês da Consciencialização em Rotary
2. Fevereiro – Mês da Compreensão Mundial
B. Os Coordenadores de Zona devem facilitar (ensinar) acções para o Mês da Literacia sugerindo actividades que um clube possa empreender. O Coordenador Mundial, o Coordenador Assistente Mundial e os Coordenadores de Área ajudarão, mas os Coordenadores de Zona devem considerar-se eles mesmos autorizados a tomarem as suas próprias iniciativas se o desejarem.
C. Os Coordenadores de Zona devem ensinar a fazer Candidaturas para os Prémios de Literacia de Zona e Distrito fazendo e mails periódicos dos Impressos de Candidatura para os Distritos (para serem encaminhados para os clubes); devem assegurar-se que os GOVERNADORES DE DISTRITO sabem como Obter e Baixar do Computador o Certificado do Prémio através de www.rotary.org/literacy; e empreender quaisquer acções que o Coordenador de Zona pense poderem encorajar os Clubes a pedirem e os Distritos a fazerem os Prémios.
D. Os Coordenadores de Zona devem procurar formas para facilitar (ensinar) o Planeamento de Projectos de Literacia para os Clubes e Distritos em 2010-2011. Pode acontecer que a maior parte do que tenha de ser feito seja fornecer informação como a referida nas Tarefas 3 e 4.
Mas se um Coordenador puder pensar noutras formas de informar e motivar, então o Coordenador deve sentir-se autorizado a actuar sobre essas ideias.
O Futuro está nas vossas mãos.
Richard Hattwick
Janeiro 2010
FOTOS: Habitantes de Baucau (Timor Leste); Ruth Madureira Pires entre as crianças (timor Leste); Grace, Henrique Pinto, D. Manuel Martins, Bispo emérito de Setúbal,;  e Teixeira Leite, num Jantar Conferência sobre a pobreza, em Leiria; Joaquim Rocha e Silva, Guilherme Valente, Henrique Pinto e Laura Esperança, uma Conferência do Editor da Gradiva sobre... livros; Governadores Henrique Pinto, Martins Costa, Madureira Pires e Waldemar de Sá numa Assembleia Distrital em Vila Real

domingo, 3 de janeiro de 2010

A COR DO ÓDIO


Este fim-de-semana li nos escritos de Henrique Raposo, de Miguel Sousa Tavares e dum Blogue cujo nome entretanto esqueci, referências muito desagradáveis. Há mais gente a pensar o chão que pisa mas sem generalizações por estudar ou desligado do contexto histórico e cultural.
Dizer-se que o país é a floresta tropical do ódio é manifesto exagero. Mesmo sendo bom ter em conta o modo como os políticos e os partidos sem excepção entendem fazer «pedagogia» política, aproximando-se do vernáculo, com total desrespeito e num linguajar típico das claques dos clubes desportivos, cuja influência nos cidadãos não pode ser inócua. O facto de em trinta anos a mortalidade nas estradas espanholas ter baixado para uma capitação quatro vezes inferior à nossa leva-me a crer na eficiência «criminosa» da continuada tolerância e impunidade face às infracções em Portugal e no impacto da baixa educação cívica. Falar-se em ódio parece-me excessivo.
Na verdade não consigo entender como é possível fazer-se uma análise dos efeitos do comportamento dos actores políticos alheia aos contextos sócio culturais. Acho mesmo um absurdo. Sobretudo quando, mesmo nas ditas ciências exactas, a interdependência tem feito ruir castelos.
Nem entendo bem como um intelectual lúcido, Sousa Tavares, dos poucos escribas a merecerem-me continuada atenção, possa embarcar nas conspirações tipo Tamiflu / Rumsfeld, um produto muito vendável em e mails indesejados e blogues que tanto repudia, e com alguma razão, diga-se. Mesmo se estando atento à ramificação inextrincável dos lobbies da defesa – a cor do dinheiro - e das trapalhadas nas aquisições nesta área, essas sim, tenebrosas. Constrange-me também a saga que empreende em desfavor das campanhas de saúde pública. É uma contradição perigosa para o crédito dum analista sério, mesmo se desobrigado dos conhecimentos da moderna virologia.
Henrique Pinto
Janeiro 2010
FOTO: a cor do dinheiro (foto José Amorim, Brasil)

sábado, 2 de janeiro de 2010

ARDINA POR UM DIA


Neste Natal o produto da venda de duas edições do Semanário Região de Leiria foi para a Associação de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica, criada em Leiria por Isabel Gonçalves.
É uma iniciativa bonita, repetida ano a ano. A direcção do jornal convida um determinado número de pessoas conhecidas para, voluntariamente, venderem o Jornal nas ruas. Uma vez mais tive esse privilégio, tanto do convite como do poder-lhe corresponder. Para além do sentido do dever a diversão também conta.
As causas são sempre por demais justas. A violência doméstica, como a pedofilia, ocorre, quantas vezes sob o maior disfarce, dentro das famílias onde menos seria de esperá-la. Contraria a tese costumeira do inimigo externo. Sensibilizar as vítimas para a libertação desse martírio surdo e apoiá-las quando o conseguem é um imperativo de cidadania.
Henrique Pinto
Janeiro 2010
FOTO: Região de Leiria

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

«POR TODO O MUNDO EXISTEM PRISIONEIROS»


A maioria dos analistas - o ignaro cidadão, o erudito, o escriba e quantos de permeio -, exclui das suas conclusões a explosão demográfica do pós convulsão mundial. E tal omissão enviesa todo o pensamento e adensa injustificadamente o cepticismo. Porquanto os problemas não resolvidos em 1945 ganharam uma dimensão de escala humana mais que triplicada.
Desde os Campos Elísios a Darwin e cada vez mais, as pessoas celebram na rua a viragem do ano, um ritual pagão, cósmico, poucos dias depois de muitos interiorizarem o solstício na sua veneração às leis do universo. Para lá das libações há um gregarismo exultante, carnavalesco, a mimetizar todo um ano de pequenas e grandes privações, insucessos de grau díspar e sentimentos confusos.
Disse um dia à mãe do arquitecto e músico Miguel Ângelo, «que presciência abençoada a sua, pôr ao filho, futuro artista, o nome dum dos maiores cultores da arte da Humanidade!». Neste dobrar do ano – que não da década, como a generalidade da imprensa segue erroneamente, as décadas têm dez anos –, assisti à festa, musical e pirotécnica - em frente ao Hotel Baía, um dos ícones da Baía de Cascais, das mais belas do mundo -, com os Delfins e Miguel Ângelo a despedirem-se como grupo na sua terra. No que foi, creio, a maior afluência de gente à localidade num único dia. Foi soberba a festa em madrugada de chuva! «Por todo o mundo há prisioneiros», um dos muitos êxitos dos Delfins, foi particularmente bem recebido, entoado no luar esperançoso.
Esta canção, tenho para mim, assegurava o simbolismo mais ajustado à efeméride, o nascer do Dia Mundial da Paz, o último da primeira década do século 21. Ela representa uma verdade absoluta numa época civilizacional em que, muitos pensaram, convictos, podia bem ser já a do bem-estar.
Mais de dois terços da Humanidade está refém da pobreza, num ambiente de promíscua convivência com a doença, a ignorância e o ódio. Os Objectivos do Milénio das Nações Unidas carecem de nova Convenção e de maior consciencialização global. Os efeitos da descolonização mal resolvida, como a inglesa, perduram em todo o mundo, num grau que pouco tem a ver com os da de Portugal, Espanha, Holanda e França. Como se nada tivesse acontecido! As economias emergentes, como a chinesa, assentam numa escravatura incontável e indizível.
No mundo inteiro, a espada de Damocles dos radicalismos está suspensa sobre as nucas, espírito e corpo indefesos. Muitos dos supostos apologistas da paz falam de guerras salvíficas. Os países, os mais e os menos «avançados», não abdicaram em Copenhaga da produção com taxas de emissão de CO2, assaz venenosas para o planeta. Há teóricos a contradizerem a «calamidade» do efeito de estufa - a merecerem igualmente respeito -, como a do aumento de calor advindo do âmago da terra. Há ainda pensadores a julgarem este ritmo de poluição carbónica passível de coexistência e mais valias acrescidas com o investimento na emancipação do planeta na miséria e na iliteracia.
O logro de Bush e Tony Blair no Iraque produziu extremistas em volume superior ao das madrassas paquistanesas.
Muitos são os encarcerados dentro de si mesmos. O tráfico da alienação mental é ainda de moroso e duro controlo. O jugo psiquiátrico tem o seu cosmos igualmente submisso a vários mundos, o do preconceito a levar a palma aos sobrantes.
Neste Dia da Paz 2010, início do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão, o primeiro discurso reformista estruturante vem dum intelectual influente, conservador, o Papa Bento XVI. É um apelo a ter em conta por todos nas soluções para o mundo, porque racional, assente nos princípios consagrados nas principais «magnas» Cartas da civilização, transversais, nomeadamente «o respeito pelos outros, a educação e a responsabilidade ecológica».
Poucos duvidarão muito, o fenómeno Obama, independentemente dos resultados imediatos, consubstancía um capital de alta expectativa dificilmente menorizável por algum incumprimento. O seu apelo está na boca de cada africano, asiático ou sul-americano lúcido e interventor.
Cerca de 60% dos Europeus escolarizados tem dificuldade em descodificar o mundo, mais de 10% dos norte-americanos não tinham até agora qualquer direito à saúde. O mais simbólico dos muros, o de Berlim, caiu por obra dos homens. Outros têm um epílogo não escrutinável, como o do Texas e Califórnia, o da Cisjordânia, os do Rio de Janeiro e Buenos Aires…, os da pobreza e da intolerância. A alfândega de Shelter Island abriu a 1 de Janeiro há 120 anos, ali esfriaram anseios de mais de doze milhões de emigrantes. Hoje é local de turismo na rota da Estátua da Liberdade.
O importante não está no extermínio dos ricos, qual delírio de Herodes, segundo São Mateus, na matança pela busca de Jesus, ou no holocausto siberiano, por um igualitarismo contra natura, e europeu, anti-semita, contra as minorias étnicas e pensantes, entre os anos 20 e 50 do século passado, replicado depois por Pol Pot, Suharto, Rachid, Karadzic e tutti quanti.
O importante está seguramente na erradicação da pobreza, transversal nas sociedades. A paz entre os povos é tangível, porventura mais célere que a dos espíritos.
Os apelos de Bento XVI e de Obama terão repercussão nos anos que aí vêm. Multiplicar-se-á o impacto das ONG empenhadas na consciencialização, na literacia, no desenvolvimento sustentável, na ecologia e na paz. Temos à porta o antídoto para alguns vírus. O investimento de fundações e mecenas generosos, como Bill Gates, em vacinas para o HIV e paludismo, terá um retorno civilizacional espantoso no curto prazo!
Não há soluções únicas, o mundo é diverso e exige diversidade de meios. As pessoas são diferentes. Só os direitos desde o nascer são iguais. As transferências de excedentes alimentares como as de tecnologia, criando emprego, e o recurso progressivo a energia não fóssil, substituirão o neocolonialismo intelectual dos nossos dias.
Henrique Pinto
Janeiro 2010
FOTOS: Miguel Ângelo e os Delfins; a vila de Cascais; Obama (desconcentrado) e Sarkozy

PAPA BENTO XVI, DESARMAMENTO E RESPEITO POR TODAS AS CULTURAS


A primeira missa do ano 2010 na basílica de S. Pedro foi celebrada pelo papa, coadjuvado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarsicio Bertone, e pelo cardeal Renato Raffaele Martino, presidente emérito do Conselho Pontifical Justiça e Paz.
O papa apelou à «concretização dos projectos de paz, deposição das armas de qualquer tipo e trabalho conjunto para a construção de um mundo mais digno para o homem».
Bento XVI recordou o sofrimento de milhares de crianças atingidas pela guerra em várias partes do mundo, afirmando que esse grupo de desprotegidos constitui «um apelo silencioso» à «responsabilidade» de todos.
O chefe da Igreja católica também abordou o tema do respeito cristão pelas diferentes culturas do mundo.
«A paz começa com uma atitude de respeito pelos outros, independentemente da cor da sua pele, nacionalidade, língua ou religião», afirmou o papa.
Numa referência ao ambiente, Bento XVI considerou que «se o homem se degrada, degrada-se também a atmosfera em que vivemos, mas a Natureza não deve pagar as consequências».
É importante «ser educado desde criança no respeito pelo homem e seus direitos e deveres fundamentais, assim como sobre a responsabilidade ecológica», considerou o papa.
In Agência Lusa
01 de Janeiro 2010
FOTO: Papa Bento XVI na primeira missa do ano na Catedral de São Pedro em Roma